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Carnaval de BH impulsiona turismo e ganha trilha sonora com novo hit autoral de Valéria Inês

  • Foto do escritor: Fluxo BH
    Fluxo BH
  • há 6 horas
  • 3 min de leitura
Carnaval de BH impulsiona turismo e ganha trilha sonora com novo hit autoral de Valéria Inês

Música Pode me chamar que eu vou” está disponível em todas as plataformas digitais.


Belo Horizonte entra mais uma vez no clima do Carnaval, consolidado como um dos principais do país e responsável por movimentar a cidade, que se projeta como um dos principais destinos dessa festa tradicional. Somente no Aeroporto Internacional de Confins, devem passar mais de 400 mil passageiros até o dia 23 de fevereiro, conforme estimativa do BH Airport publicada no site da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH).     

Em meio a esse cenário de folia e efervescência cultural, a trilha sonora do Carnaval de Belo Horizonte ganha um reforço especial. Trata-se do hit autoral “Pode me chamar que eu vou” da cantora mineira, de BH, Valéria Inês. A música, que acaba de ser lançada, está disponível nas plataformas digitais, como Deezer e Spotify. 

A canção, com forte influência do axé dos anos 1990, começou a ser composta no final do ano passado e nasceu de forma bastante natural, segundo a cantora. “É um estilo que eu gosto muito e que ouço bastante”, diz.

Apaixonada por Carnaval e frequentadora assídua da tradicional festa em BH, Valéria sentiu falta de uma música que falasse diretamente da cidade. “A ideia foi retratar o chamado Carnaval central, aquele em que o público transita entre blocos, bairros e pontos tradicionais, especialmente onde historicamente se concentram os eventos”, explica.

A letra da canção cita locais emblemáticos, como a Praça da Estação, o bairro Floresta e a Praça da Liberdade, além de fazer uma homenagem ao Clube da Esquina, patrimônio imaterial da cidade, com referências sutis à música “Amor de Índio” (Beto Guedes) e “Rua Ramalhete” (Tavito). “Minha intenção foi escrever algo que tivesse a cara de BH, dos lugares mais conhecidos pela população local. Também é uma forma de divulgar a cidade”, conta.

A produção musical ficou por conta de Felipe Fantoni (Estúdio Leve Music), que foi responsável também pelos arranjos e pelas gravações de guitarra e baixo. O trabalho contou ainda com Léo Pires na bateria e Marcus Nogueira nos teclados.

“A música é alegre, tem identidade, mistura o axé com BH e com a energia do Carnaval da cidade. Ela representa bem esse encontro entre Minas e Bahia, tradição e festa”, resume a artista que cita um trecho da música.

Pode me chamar que eu vou, eu vou, eu vou pra Beagá com você, eu vou

Você nem me perguntou, mas eu vou, eu vou pra Beagá com você eu vou!

Quando a gente encontra um amor assim... Não deixa escapar da nossa mão, não!

Lá na Praça da Bandeira, eu entro num bloco...Pela Afonso Pena vou até a Feira

Pra poder te encontrar eu vou, eu vou...Eu vou correr por toda a Beagá

 

Vou descendo lá da Serra, te mando um bilhete...Onde o amor é sagrado e vem num ramalhete

Sobre Valéria Inês

Valéria Inês iniciou a trajetória musical no início dos anos 1990, com formação na Fundação de Educação Artística (FEA), em Belo Horizonte. Sua carreira é marcada por espetáculos autorais e temáticos que dialogam com diferentes estilos e referências musicais, como o encontro entre Beatles e Clube da Esquina, a música norte-americana, os clássicos dos anos 80 e repertórios internacionais cantados em vários idiomas. Entre seus trabalhos de destaque estão os shows “Esquinas de Liverpool”, “Mapa Mundi”, “Jambalaya”, “80” e “Fantástico”, sempre com direção artística de Babaya Morais e parcerias recorrentes com músicos como Felipe Fantoni e Lincoln Meireles.

Além dos espetáculos, Valéria lançou singles autorais e o álbum “Waiting”, em 2018, com canções em inglês influenciadas pelo pop rock, folk e baladas das décadas de 1960 e 1970. Paralelamente à música, investiu na formação acadêmica, com especializações em Texto Criativo e História da Arte pela PUC Minas, aprofundando sua relação com a escrita, a criação artística e o diálogo entre diferentes linguagens.

Nos últimos anos, a cantora manteve a produção de composições autorais e estreou, em dezembro de 2025, o show “Carpenters”, uma homenagem à dupla norte-americana que influenciou sua trajetória.


Foto by: Ana Maria Miranda

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