Câmara de BH aprova pulseira com QR Code para identificação de idosos e PCDs
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Projeto também prevê atendimento mais rápido em situações de emergência; texto segue para sanção do prefeito.

A Câmara Municipal de Belo Horizonte aprovou, em segundo turno, nesta terça-feira (14), o Projeto de Lei 412/2025, que autoriza o Poder Executivo a disponibilizar pulseiras ou cartões com QR Code para identificação de idosos, pessoas com deficiência e cidadãos com condições de saúde que possam comprometer a orientação, a comunicação ou a resposta em casos de urgência e emergência.
De autoria da vereadora Professora Marli, a proposta agora segue para sanção ou veto do prefeito Álvaro Damião.
O objetivo da medida é facilitar a identificação do paciente por equipes de resgate e profissionais de saúde, garantindo mais agilidade no atendimento e aumentando a segurança em situações críticas, como desorientação, perda de consciência ou impossibilidade de comunicação.
Informações essenciais em um QR Code
De acordo com o projeto, o QR Code poderá reunir informações importantes para o atendimento médico, entre elas:
Nome completo;
Condição de saúde;
Alergias;
Medicamentos de uso contínuo;
Contato de emergência;
Tipo sanguíneo.
A expectativa é que o acesso rápido a esses dados contribua para reduzir o tempo de resposta das equipes de socorro e ofereça um atendimento mais seguro e eficiente.
Distribuição será regulamentada pela Prefeitura
A proposta foi aprovada na forma de um substitutivo apresentado pelo líder do governo, Bruno Miranda. O texto estabelece que a distribuição das pulseiras ou cartões poderá ser gratuita, de acordo com a disponibilidade orçamentária e regulamentação do Poder Executivo.
Também fica autorizada a celebração de convênios, termos de cooperação e parcerias com instituições públicas e privadas para ampliar a implantação do programa.
Para solicitar o dispositivo, o cidadão, seu representante legal ou curador deverá apresentar laudo, relatório ou documento médico que comprove a condição de saúde que justifique a identificação especial.
Sensor de glicose também avança
Na mesma sessão, os vereadores aprovaram, em primeiro turno, o Projeto de Lei 629/2025, de autoria do vereador Dr. Bruno Pedralva, que autoriza o fornecimento de sensores de monitoramento contínuo de glicose para pacientes com diabetes tipo 2 e diabetes autoimune latente em adultos.
A proposta recebeu 36 votos favoráveis e retorna às comissões da Câmara para análise de emendas antes de ser votada em segundo turno.
Foto: Câmara Municipal de Belo Horizonte.

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