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Gin Rosa: qual a diferença para a versão tradicional?

  • há 2 dias
  • 2 min de leitura


Nos últimos anos, uma nova cor passou a disputar espaço nas prateleiras de supermercados, cartas de bares e taças dos consumidores: o gin rosa. 


Muito popular na Europa, a versão “pink gin”, como também é conhecida, conquista o paladar dos brasileiros anos após a onda de popularização dos gin’s tradicionais.


Gin: surfando no paladar brasileiro


A partir de 2017, o Brasil acompanhou a febre do gin no universo das baladas, bares e restaurantes. No ano, o volume consumido da bebida cresceu 111% no país, segundo dados da IWSR divulgados à época. O movimento ajudou a consolidar a gin-tônica nas cartas de bares e abriu espaço para novas interpretações da categoria. .


Não demorou muito para que o coquetel gin-tônica se tornasse uma das opções mais queridas e um dos drinks com mais identidade nos bares, cheio de frutas e especiarias.


Pouco tempo depois da popularização do gin, versões aromatizadas e coloridas também ganharam espaço, entre elas, o pink gin.


Qual a diferença do Gin Rosa para o tradicional?


No gin tradicional, o zimbro é o elemento central do perfil aromático, acompanhado por botânicos como sementes, raízes, ervas e cascas cítricas. Já os produtos comercializados atualmente como pink gin normalmente acrescentam sabores mais evidentes de frutas, flores ou especiarias, muitas vezes responsáveis também pela coloração rosada. 


Para o sócio-fundador da Vanfall Destilaria, produtora mineira de ambos os tipos de Gin, as diferenças no tom de sabor também criam um direcionamento para o produto.


“O gin rosa não precisa ser entendido como uma substituição do tradicional. Ele amplia as possibilidades da categoria. Enquanto um London Dry normalmente coloca os botânicos mais clássicos em evidência, as versões rosadas permitem trabalhar frutas, aromas e perfis mais leves, alcançando consumidores e ocasiões diferentes” , destaca o empresário.


A Vanfall Destilaria, natural de Belo Horizonte e com premiações mundiais com seu London Dry Gin, comercializa sua versão rosa do gin como “Gin Rosé”, como também é chamado, e, segundo Pedro Junqueira, a procura pela opção é tão forte quanto a da versão seca: “Em vários pontos de venda, notamos procura muito semelhante dos dois rótulos. Isso se deve muito a forma em que são utilizados em drinks. A versão rosé para aqueles mais frutados e doces e o London Dry para casar com sabores mais cítricos.”


De onde vem o Gin Pink?



Curiosamente, o nome Pink Gin é muito mais antigo do que as garrafas rosadas encontradas atualmente no mercado. O termo surgiu no século XIX para identificar uma mistura de gin com gotas de Angostura bitters, combinação difundida entre oficiais da Marinha britânica. O bitter dava ao destilado uma leve tonalidade rosada, originando o nome da bebida. 


Décadas depois, a expressão passou a ser associada também a uma nova geração de gins aromatizados e visualmente rosados. Apesar de compartilharem o nome e a cor, portanto, o Pink Gin histórico e os atuais gins rosés não são exatamente a mesma bebida.

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Atenciosamente,

Setor de Marketing da Empresa Vanfall: Transformando momentos comuns em experiências inesquecíveis 

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